encontro de 26 de abril: jogos sensoriais

No encontro da Hildegarda do dia 26 de abril abordamos a fundamental arte da análise sensorial. De volta ao Hussardos Clube Literário, fizemos de um assunto técnico e ortodoxo uma experiência lúdica: os divertidíssimos Jogos Sensoriais.

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encontro de março: mulheres e cervejas

No encontro de março tivemos a casa cheia. Ocupamos todas as mesas e cadeiras do Hussardos Clube Literário, incluindo o famoso sofá de veludo vermelho. As presenças da Sofia Guimarães e das Lupulinas foram fundamentais para um final de tarde agradável, de opiniões francas e copos cheios. Na plateia, poetas, escritores, pessoal da TI, historiadores, advogados, curiosos e até quem trabalhe com o ramo cervejeiro.

 

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encontro de março!

Encontro discute o papel das mulheres na produção cervejeira

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O encontro da Hildegarda no mês de março (22/03) não poderia ter outro tema: mulheres e cervejas! As convidadas especiais são Cilmara Bedaque e Vange Leonel, que mantêm o ótimo blog Lupulinas.

A ideia é discutir como as mulheres, de detentoras históricas da produção cervejeira, passaram a meras coadjuvantes e ainda alvo de propagandas. O modo pelo qual a produção artesanal lida com o assunto também será comentado.

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Namíbia

Nunca é simples escrever a respeito de viagens. Nossos cacoetes, impressões falsas e conclusões superficiais ficam aumentadas, bem mais expostas. O post de hoje possui todos esses defeitos. Feita a mea culpa, ainda acrescento que fiz as fotos com muito carinho e cuidado para que chegassem axs amigues cervejeirxs brasileirxs. Espero que sirva a outros!

Tratam-se de alguns destaques sobre a produção de cerveja industrial na Namíbia. Continuar lendo

como foi a nossa segunda reunião

A segunda reunião foi ruidosa. Nem tanto por nossa parte, acredite!, mas a Editora Patuá completou 3 anos de existência – dessa maneira, enquanto nos concentrávamos experimentando cervejas na sala de oficinas do Hussardos Clube Literário, o salão principal era de clamores de pessoas se abraçando, poemas sendo ditos, livros folheados e bons amigos se reencontrando. Ruído mais do que propício.

O tema pré-carnavalesco era “AMARGO, pq a vida já é doce demais” (leia aqui a convocação).

A apresentação dxs participantes dessa rodada foi com a pergunta: “você se recorda quando foi a primeira vez em que bebeu cerveja?”. Muitos não se lembravam. Entretanto, uma se recordava da primeira Guiness e outro da ida à Inglaterra, quando tomou uma Bitter. Amargamente notadas. Continuar lendo

AMARGO, gosto e palavrinha difícil

uma pequena divagação embasada a respeito do tema o amargo na cerveja.

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1. O balanço dum sabor difícil

Glynn Christian, em seu “Como Cozinhar sem Receitas” (Gutenberg, 2012, trad. Eliza Nazarian), elabora algumas questões interessantes a respeito do gosto amargo, que aproveito nestes parágrafos. Tudo bem que, após a nossa segunda reunião no Hussardos, o Dan veio corrigir muitas coisas que constam nesse livro e fiquei assim meio sem chão. Enfim, tentei separar joio, trigo, vamos lá:

Inicialmente, situemos o amargo. Se você tem dificuldade em diferenciar o amargo do azedo, prove uma geleia de laranja caseira e confira a sequência ‘narrativa’ – primeiro sentirá o doce e logo o azedinho, daí você perceberá o amargo na boca inteira, responsável pelo ‘aspecto’ do sabor da geleia como um todo. Foi? E não é uma delícia? Se fosse um perfume, diria que o amargo constituiria a nota de fundo da fragrância, pois mais tempo permanece.

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