Dica do dia: comprando copos pra cerveja em SP

 

Você que gosta de cerveja, já deve ter visto ou ouvido falar que cada estilo de cerveja tem seu copo ideal (ou seja, aquele que melhor favorece as características da breja – espuma, aroma etc). Depois de aprender isso geralmente a vontade que segue é de sair comprando loucamente todos os copos da cidade – e aí que no meio do caminho tem não só uma, mas duas pedras:

1) Se você não é ryco, phyno e glamuroso fica difícil investir $
2) Onde encontrar os benditos?

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o importante é não ter medo de se arriscar.

Em nossos encontros, fazemos de tudo para privilegiar a criatividade e o esforço dos cervejeiros caseiros, além das marcas nacionais artesanais. No sábado agora no Hussardos Clube Literário, 18h, teremos uma criação do Lucas Augusto Meyer e do Vitor Ribeiro para experimentar.

O Lucas e o Vitor trabalham na Cervejaria Nacional e produziram essa breja. Aí fiz uma rápida entrevista, para contassem um pouco a respeito do que já está engarrafado, darem dicas e conselhos a quem pretende se arriscar heroicamente.

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preparativos

Ontem, no QG da Cervejaria Júpiter para buscar a Tânger, lançamento da marca que será servida no sábado. A Tânger é uma witbier, segundo o AllBeers “com 4% de teor alcoólico, 25 IBUs (Unidade de Amargor) e feita com os lúpulos Styrian Goldings, Saaz e Polaris“.

Como as cervejas da Júpiter não são pasteurizadas, saiu da geladeira e já foi para a geladeira. Isso serve para manter a boa qualidade do produto, como aromas e sabores. Ou seja, isso que vc vê na foto são caixas vazias, hehe.

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A minha última Colorado ou “como perder uma cliente fiel em 30 segundos”

“A Colorado foi uma das primeiras cervejas da qual eu gostei… Na vida. Provavelmente foi a primeira artesanal brasileira que tomei. Appia: trigo com mel. A adição de ingredientes tipicamente brasileiros desperta a curiosidade até dos menos familiarizados com a “cena” cervejeira. Tenho certeza de que não sou a única, muita gente descobriu as cervejas brasileiras através da Colorado. Me lembro do Brasil Brau de 2011, quando eles levaram o protótipo de Berthô – sabia que tinha encontrado uma cervejaria pra chamar de minha!

De 2011 pra cá, muita coisa mudou, mas a Colorado continuou na mesa, no bar e no carrinho do supermercado. Trouxemos ela (eu e a Ana) pro Hildegarda, como um bom exemplo de cerveja brasileira. Cerveja justa, cerveja de confiança. Não consigo contar quantas vezes indiquei os rótulos pros amigos ou os convenci de que PRECISAVAM visitar a fábrica.

No mês passado fui a um mercado, olhei na prateleira e, por vontade, por saudade e por fidelidade peguei uma garrafa de Demoiselle e coloquei no carrinho. Ela ficou aqui, esperando o momento certo pra ser apreciada. Nem eu nem ela sabíamos que ela seria minha última Colorado. Continuar lendo

Turismo cervejeiro: onde e o quê beber em Ouro Preto – MG

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Ouro Preto é sem dúvida minha cidade preferida. Talvez seja porque eu sou historiadora, talvez porque eu amo pão de queijo, queijo, cachaça e aquele povo que fala com sotaque lindo, e que trata a gente muito bem. Se você não sabe de nada disso, aproveita o feriado e corre já pra descobrir, mas antes guenta aí até o fim do post, porque dessa vez eu descobri também onde beber por lá:

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Histórias pra contar: entrevista com Glauco Caon da Anner

Pro nosso encontro de março, Mulheres e Cervejas, trouxemos a Maria Degolada, belgian tripel da Cervejaria Anner (Porto Alegre – RS). Para trazer a Maria pra cá, tivemos o prazer de entrar em contato diretamente com o Glauco Caon, mestre cervejeiro da Anner, e devido ao sucesso dela na degustação resolvemos fazer uma pequena entrevista com ele.

O Glauco contou um pouco da história da cervejaria, das dificuldades ao entrar no mercado e dos planos da Anner pro futuro – e que planos! Ficamos muito empolgadas com as boas novas:

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